Lotes vagos tornados temporariamente espaços públicos, espetáculos teatrais em palafitas esquecidas, mobiliário escolar fabricado com engradados plásticos industriais, portal de pedagogia transversal para renovação urbana, próteses arquitetônicas para habitações precárias, estacionamentos centrais reconfigurados como lugares de pernoite, incorporações imobiliárias que redesenham favelas vizinhas, cartografias subjetivas para intervenções mínimas, praça pública “customizada” por moradores locais, edifício-piloto para experiência de gestão prisional, baixios de viadutos como laboratórios de reprogramação urbana, equipamentos solidários para vendedores ambulantes, ambientes digitais para auto-gestão em mutirão, extensão universitária em assentamentos informais, empreendimento abandonado como possiblidade de coexistência e emancipação política.
Um projeto cultural para outras arquiteturas possíveis.